domingo, 24 de abril de 2016

Votei Dilma, Votei Temer.



Tenho ouvido e lido muito nos últimos dias sobre a conduta do vice-presidente da república Michel Temer, e sobre seu comportamento durante o processo de impeachment, sem entrar no mérito de ser ou não legal o impeachment, pois o mesmo se transformou em uma briga de torcidas, posso sim fazer meu posicionamento sobre a questão do vice.

Quando nos filiamos a um partido político e todas as ações subsequentes que isso causa, como ser candidato, concorrer as eleições, ganhar ou não, estamos fazendo um contrato com a justiça eleitoral e a democracia do nosso país, dizendo que aceitamos e entendemos as regras do jogo.

Quando escolhemos um vice para formar uma chapa e concorrer às eleições para prefeito, governador e presidente, estamos informando aos nossos eleitores que ali se tem um candidato que subscreve toda nossa proposta de governo e estar apto a manter o governo diante de qualquer impedimento nosso, tais com: renuncia, doença, falecimento, cassação, etc.

Quando se vota em um se vota em outro, a chapa é indivisível conforme norma da justiça eleitoral.

Se o Temer for realmente golpista e mau caráter como querem nos fazer crer, aí também devemos imputar a culpa ao PT e a Dilma, que fizeram 54 milhões de eleitores acreditar que ele era o melhor para ocupar aquele cargo.

A não ser que refaçamos as regras eleitorais vigentes, devemos respeita-las em todo seu contexto, e as consequentes responsabilidades decorrentes das nossas escolhas e dos nossos acordos partidários.

O vice-presidente Michael Temer estar apto a assumir a Presidência da Republica, pois assim quis Dilma e o PT, e assim referendou 54 milhões de eleitores.

sábado, 29 de agosto de 2015

Bom Jesus das Selvas

SOBRE FATOS & FANTASIAS
(Peço desculpas aos leitores por este lapso de tempo, um dia quem sabe, escreverei especificamente sobre isso)

Muito singular os últimos acontecimentos em nossa humilde cidade, quem aqui reside a mais de dez anos deve estar estranhando toda esta calma política que nosso município estar vivendo apesar de uma decisão bombástica da justiça eleitoral na última sexta-feira.
Em que pese a balburdia dos aliados da atual gestora nas redes sociais e em conversas nos pequenos “senados” em procurar culpados oposicionistas ao governo pelos entraves enfrentado pela mesma, não é o que se sabe e o que se vive da realidade da oposição em Bom Jesus das Selva.
Como oposicionista político a atual gestão e um dos líderes de oposição em nosso município, tenho como sentimento que pouco ou nada muda caso o TRE venha a confirmar a decisão de primeira instância da nossa comarca.
Caso isso ocorra o comando do nosso município permanecera nas mãos do grupo político que nos derrotou nas últimas eleições, talvez no momento nas mãos de “dissidentes” do próprio grupo, que ainda não sabemos a diretiva para a próxima eleição.
Por isso a possível dança da cadeira em nada afetara o trabalho que vem sendo desenvolvido pela oposição em nosso município.
Continuaremos nossa luta pela prosperidade de Bom Jesus das Selvas, independente de quem esteja em seu comando, sempre emanados dos preceitos da boa vontade para nosso desenvolvimento como cidade, lá fora buscando e brigando por ações que beneficiem nosso município e nosso povo, aqui dentro estaremos fiscalizando, cobrando, expondo e colaborando como sempre fizemos.

Bom Juízo...


Apesar da carência de amparo legal, concordo plenamente com a decisão do juiz eleitoral em manter a atual gestora no cargo até julgamento em segunda instancia, evitou-se assim que tenhamos nossa já conhecida de outros tempos a famosa bagunça administrativa, onde certamente teríamos as trocas de governantes em sobre saltos, gerando desconfortos e insegurança, principalmente para o funcionalismo público, fornecedores e prestadores de serviços.
No momento de crise que vivemos, devemos querer distancia de tudo que nos cause insegurança, caso precise haver troca de gestores, que seja feita com conhecimento prévio, sem sustos nem sobre saltos.

NOTAS
01
Quero deseja sorte a minha colega de parlamento a Vereadora Letícia Lira em sua nova missão, que deus a ilumine e que suas ações sejam acima de tudo em prol da população carente do nosso município.
02
Depois de passar a noite lendo mensagens de aliados do governo tachando de mentirosa a decisão do juiz inclusive convocando um trabalho formiguinha para desmentir a historia, só surpreendido logo cedo com uma nota publica da atual gestora reconhecendo o fato.
03
Que sirva de exemplo a maturidade politica demostrada na nota publica da prefeita e no comportamento republicano da oposição, gritar "sim" ou "não" aqui não vai mudar os tramites do processo, deixemos os especialistas cuidar disso, precisamos de trabalho e não de provocações, a historia já nos ensinou isto.
04
Nosso sistema politico tem evoluído muito, só os partidos políticos teimam em não se adaptar aos novos tempos, continuam velhas praticas do quem da mais, gerando chantagens, insegurança e revolta,  se tivesse sido aprovado no congresso a candidatura avulsa, resgaria com prazer minha filiação. 

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Ensinamentos budistas

O Monge e o Escorpião

Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo. O mestre tentou tirá-lo novamente e novamente o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:

— Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas às vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?

O mestre respondeu:

— A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.

Então, com a ajuda de uma folha o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida.

Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Preocupe-se mais com sua consciência do que com a sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, não é problema nosso... é problema deles.

Fonte: Ensinamentos budistas.

quinta-feira, 13 de março de 2014

PROFESSORES DE BOM JESUS DAS SELVAS CRUZAM OS BRAÇOS POR 48 HORAS

Professor Gilmar Lima Moura
Os professores da Rede Municipal de Ensino de Bom Jesus das Selvas estão desde a manhã de hoje (13) com suas atividades laborais paralisadas por 48 horas.
Os mesmos reivindicam de imediato o cumprimento da Redução em 1/3 da jornada de trabalho dos docentes, conforme preconizado na Lei 11.738/2008 (Lei do FUNDEB), na Lei Municipal 074/2012 e me Termo de Compromisso firmado entre o Executivo e o Sindicato que representa a categoria ( Ofício 290/2013 – GAB). Os docentes cobram ainda o rateio de lote residual do FUNDEB 2013 no valor de R$ 1.045.129,72 (um milhão, quarenta e cinco mil, cento e vinte e nove reais e setenta e dois centavos), onde 60% deste é exigido pela categoria.
O executivo Municipal na pessoa da prefeita Cristiane Damião, tem se omitido quanto ao cumprimento das referidas leis e também do compromisso (assinado por ela mesma) e diz que não há viabilidade financeira para o cumprimento da lei e também para que se realize o rateio, já que só em 2013 o município gastara 79% dos recursos do FUNDEB com pagamento de professores.
Diz ainda a prefeita que foi um erro ter assinado o Termo de Compromisso para a redução da jornada e ainda, de forma irrefutável e arbitrária, diz que não há condições financeiras par que tal seja realizada.
O Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipal – SINSERP, Sr. Lindomar, afirma que a paralisação é apenas um alerta ao executivo e, que se os anseios da categoria não forem atendidos pode se chegar a uma greve por tempo indeterminado, o que causaria grandes transtornos e prejuízos aos educandos do Município.
“Nosso objetivo não é prejudicar o ano letivo dos estudantes mas, o executivo deve fazer a sua parte quanto ao cumprimento daquilo que está em lei. Se a prefeita não atender às nossas reivindicações, infelizmente o que faremos é cruzar os braços”, afirmou Lindomar.
O que de fato se sabe é que existem leis que asseguram os direitos dos docentes, que a mesma já está sendo cumprida em vários municípios do Brasil e que o governo federal oferece garantias, haja visto que a previsão financeira do FUNDEB 2014 deve sofrer um reajuste de 17,5% em relação exercício 2013.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

MEGA MARATONA CONTRA AS DROGAS. A AVENTURA COMEÇA ÁS 5 DA MANHÃ DESTA SEXTA-FEIRA

Para chamar a atenção do Maranhão e do Brasil para o problema  do consumo de drogas  os amantes da prática do ciclismo em Imperatriz sob a liderança do pastor Advando Jr, coordenador da Casa de Davi,  entidade que   atua na recuperação de drogaditos,  iniciaram ontem uma aventura ciclistica   até São Luís.
Os participantes  pretendem vencer os quase 650 quilômetros até a capital em pelo menos seis dias com paradas estratégicas  em algumas cidades. Uma prova de resistência, assim como na avaliação do pastor Adivando Jr,  é uma grande prova  de resistência vencer o vicio das drogas.
Segundo o pastor foram vários dias de treinamento até que todos chegassem a esse momento.
Na tarde de ontem (15h30) os participantes da “ maratona” realizam uma “bicicleteata” pela cidade. Às 15 horas o grupo foi recepcionado pelo Prefeito Sebastião Madeira, na Prefeitura. Ali, na presença das autoridades e patrocinadores foi dada a largada  para a grande aventura, até aqui, única do gênero no Maranhão.


 A Largada  oficial com destino à   capital será às 5 hora da manhã desta sexta-feira.

segue abaixo o roteiro da aventura.

Saída de Imperatriz
Largarda para a população patrocinadores, imprensa e autoridades: dia 27/02 as 15:30
Na porta da Prefeitura.

* Largada oficial, Dia 28/02 as 5:00h
Primeira parada para o almoço - Açailândia.
Parada para pernoite-Novo bacabal.
Dia 01/02- Saída de Novo bacabal, almoço em Bom Jesus das Selvas, pernoite em Buriticupú.
Dia 02/03- Saída de Buriticupú ( Café da manhã), almoço entre Buriticupú e Santa Luzia do Tidi ( Pernoite);
Dia 03/03- Saída de Santa Luzia do Tidi ( café da manhã), almoço em Santa Inês e pernoite em Vitória do Mearim.
Dia 04/03-Saída de Vitória do Mearim ( café da manhã), almoço entre Arari e Itapecurú Mirim ( Pernoite)
Dia 05/03- Saída de Itapecurú Mirim (Café da Manhã), almoço no entroncamento de acesso a Rozário, antes do Campo de perizes, chegando em São Luis antes das 17:00 horas.
Fonte: Elson Araujo

sábado, 8 de fevereiro de 2014

'O empregado tem carro e anda de avião. Estudei pra quê?'

Se você, a exemplo dos professores que debocharam de passageiro "mal-vestido" no aeroporto, já se fez esta pergunta, parabéns: você não aprendeu nada. por Matheus Pichonelli  (Carta Capital)

 O condômino é, antes de tudo, um especialista no tempo. Quando se encontra com seus pares, desanda a falar do calor, da seca, da chuva, do ano que passou voando e da semana que parece não ter fim. À primeira vista, é um sujeito civilizado e cordato em sua batalha contra os segundos insuportáveis de uma viagem sem assunto no elevador. Mas tente levantar qualquer questão que não seja a temperatura e você entende o que moveu todas as guerras de todas as sociedades em todos os períodos históricos. Experimente. Reúna dois ou mais condôminos diante de uma mesma questão e faça o teste. Pode ser sobre um vazamento. Uma goteira. Uma reforma inesperada. Uma festa. E sua reunião de condomínio será a prova de que a humanidade não deu certo.
Dia desses, um amigo voltou desolado de uma reunião do gênero e resolveu desabafar no Facebook: “Ontem, na assembleia de condomínio, tinha gente 'revoltada' porque a lavadeira comprou um carro. ‘Ganha muito’ e ‘pra quê eu fiz faculdade’ foram alguns dos comentários. Um dos condôminos queria proibir que ela estacionasse o carro dentro do prédio, mesmo informado que a funcionária paga aluguel da vaga a um dos proprietários”.
Mais à frente, ele contava como a moça havia se transformado na peça central de um esforço fiscal. Seu carro-ostentação era a prova de que havia margem para cortar custos pela folha de pagamento, a começar por seu emprego. A ideia era baratear a taxa de condomínio em 20 reais por apartamento.
Sem que se perceba, reuniões como esta dizem mais sobre nossa tragédia humana do que se imagina. A do Brasil é enraizada, incolor e ofuscada por um senso comum segundo o qual tudo o que acontece de ruim no mundo está em Brasília, em seus políticos, em seus acordos e seus arranjos. Sentados neste discurso, de que a fonte do mal é sempre a figura distante, quase desmaterializada, reproduzimos uma indigência humana e moral da qual fazemos parte e nem nos damos conta.
Dias atrás, outro amigo, nascido na Colômbia, me contava um fato que lhe chamava a atenção ao chegar ao Brasil. Aqui, dizia ele, as pessoas fazem festa pelo fato de entrarem em uma faculdade. O que seria o começo da caminhada, em condições normais de pressão e temperatura, é tratado muitas vezes como fim da linha pela cultura local da distinção. O ritual de passagem, da festa dos bixos aos carros presenteados como prêmios aos filhos campeões, há uma mensagem quase cifrada: “você conseguiu: venceu a corrida principal, o funil social chamado vestibular, e não tem mais nada a provar para ninguém. Pode morrer em paz”.
Não importa se, muitas e tantas vezes, o curso é ruim. Se o professor é picareta. Se não há critério pedagógico. Se não é preciso ler duas linhas de texto para passar na prova. Ou se a prova é mera formalidade.
O sujeito tem motivos para comemorar quando entra em uma faculdade no Brasil porque, com um diploma debaixo do braço, passará automaticamente a pertencer a uma casta superior. Uma casta com privilégios inclusive se for preso. Por isso comemora, mesmo que saia do curso com a mesma bagagem que entrou e com a mesma condição que nasceu, a de indigente intelectual, insensível socialmente, sem uma visão minimamente crítica ou sofisticada sobre a sua realidade e seus conflitos. É por isso que existe tanto babeta com ensino superior e especialização. Tanto médico que não sabe operar. Tanto advogado que não sabe escrever. Tanto psicólogo que não conhece Freud. Tanto jornalista que não lê jornal.
Função social? Vocação? Autoconhecimento? Extensão? Responsabilidade sobre o meio? Conta outra. Com raras e honrosas exceções, o ensino superior no Brasil cumpre uma função social invisível: garantir um selo de distinção.
Por isso comemora-se também à saída da faculdade. Já vi, por exemplo, coordenador de curso gritar, em dia de formatura, como líder de torcida em dia de jogo: “vocês, formandos, são privilegiados. Venceram na vida. Fazem parte de uma parcela minoritária e privilegiada da população”; em tempo: a formatura de um curso de odontologia, e ninguém ali sequer levantou a possibilidade de que a batalha só seria vencida quando deixássemos de ser um país em que ter dente é, por si, um privilégio.
Por trás desse discurso está uma lógica perversa de dominação. Uma lógica que permite colocar os trabalhadores braçais em seu devido lugar. Por aqui, não nos satisfazemos em contratar serviços que não queremos fazer, como lavar, passar, enxugar o chão, lavar a privada, pintar as unhas ou trocar a fralda e dar banho em nossos filhos: aproveitamos até a última ponta o gosto de dizer “estou te pagando e enquanto estou pagando eu mando e você obedece”. Para que chamar a atenção do garçom com discrição se eu posso fazer um escarcéu se pedi batata-fria e ele me entregou mandioca frita? Ao lembrá-lo de que é ele quem serve, me lembro, e lembro a todos, que estudei e trabalhei para sentar em uma mesa de restaurante e, portanto, MEREÇO ser servido. Não é só uma prestação de serviço: é um teatro sobre posições de domínio. Pobre o país cujo diploma serve, na maioria dos casos, para corroborar estas posições.
Por isso o discurso ouvido por meu amigo em seu condomínio é ainda uma praga: a praga da ignorância instruída. Por isso as pessoas se incomodam quando a lavadeira, ou o porteiro, ou o garçom, “invade” espaços antes cativos. Como uma vaga na garagem de prédio. Ou a universidade. Ou os aeroportos.
Neste caldo cultural, nada pode ser mais sintomático da nossa falência do que o episódio da professora que postou fotos de um “popular” no saguão do aeroporto e lançou no Facebook: “Viramos uma rodoviária? Cadê o glamour?”. (Sim, porque voar, no Brasil, também é, ou era, mais do que se deslocar ao ar de um local a outro: é lembrar os que rastejam por rodovias quem pode e quem não pode pagar para andar de avião).
Esses exemplos mostram que, por aqui, pobre pode até ocupar espaços cativos da elite (não sem nossos protestos), mas nosso diploma e nosso senso de distinção nos autorizam a galhofa: “lembre-se, você não é um de nós”. Triste que este discurso tenha sido absorvido por quem deveria ter como missão a detonação, pela base e pela educação, dos resquícios de uma tragédia histórica construída com o caldo da ignorância, do privilégio e da exclusão.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

JUSTIÇA SUSPENDE LIMINARMENTE OBRAS NA ANTIGA PRAÇA DO BANHO


Estão suspensas por determinação judicial as obras que iriam se iniciar para construção do novo quartel de policia.
Em seu despacho o Juiz Airton Gutemberg, ainda titular da comarca de Buriticupu  - Ma, determina que os requeridos, neste caso o município de Bom Jesus das Selvas e o Estado do Maranhão “SE ABSTENHAM de realizar qualquer obra ou construção no seguinte local: Avenida JK, s/n, Centro, Bom Jesus das Selvas/MA ( na antiga praça do banho)”.

A destruição da praça do banho pelo poder publico municipal para realizar esta construção tem trazido diversos transtornos a sociedade bonjesuense, primeiro houve uma comoção na comunidade pelo fato de estar perdendo um patrimônio considerado histórico e por muitos anos ponto de referencia de lazer da sociedade local, depois espanto quando a policia militar transformou o local numa praça de guerra para conter uma manifestação espontânea da juventude local contra a derrubada da praça. Diversos jovens menores de idade foram apreendidos e alguns chegaram a ser transferidos para Acailandia como criminosos.

Depois tem a questão da empresa Nutro Nordeste, que para garantir seus investimentos em nosso município, conseguiu firmar no ano de 1998, um contrato administrativo onde a prefeitura municipal se comprometia em não permitir obras que obstruíssem a fachada da empresa e que a mesma área não poderia ser objeto de invasões ou construções grosseiras que viesse a prejudicar o acesso e visualização da mesma em razão da necessidade constante de manobrar caminhões de carga e descarga.

O município deve recorrer da decisão, mais fica a torcida para que fale mais alto o bom senso e que a administração municipal procure um local mais adequado para construção deste quartel, tendo em vista que nem a cúpula da policia olha com bons olhos a atual localização do mesmo.
E que possamos reconstruir nossa praça resgatando nossa historia e manter o acesso a empresa que durante todos estes anos tem levando o nome positivo de nossa cidade ao resto do pais.
Num momento que algumas empresas já estão nos deixando seria lastimável perder para outro município a mais tradicional e que já faz parte da nossa historia.